sexta-feira, 14 de julho de 2017

quinta-feira, 13 de julho de 2017

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Amarante - Margem direita do Tâmega


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Portugal - Hino Nacional - "A Portuguesa"


A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".
Em Portugal, a reacção popular contra os ingleses e contra o governo português, que permitiu esse género de humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional, o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.

A Portuguesa, proibida pelo regime monárquico, que originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os ingleses — veio substituir o Hymno da Carta, então o hino nacional desde Maio de 1834.

Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.

Nota-se na música uma influência clara do hino nacional francês, La Marseillaise, também ele um símbolo revolucionário.

O poema original é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma sextilha (estrofe de seis versos). É de salientar que, das três partes do poema apenas a primeira parte foi oficializada como o Hino Nacional Português, sendo usado em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas já que não constam na versão oficial do Hino Nacional.

A Portuguesa é executada oficialmente em cerimónias nacionais, civis e militares, onde é prestada homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Do mesmo modo, em cerimónias oficiais no território português por recepção de chefes de Estado estrangeiros, a sua execução é obrigatória depois de ouvido o hino do país representado.

A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial):

"O Hino Nacional é A Portuguesa."
Data: 1890 (com alterações de 1957)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!


Data: 1890 (versão original)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil

I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões!
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

sábado, 1 de julho de 2017

Portugal - Composição étnica


Os dados sobre a composição genética dos portugueses apontam para a sua fraca diferenciação interna e base essencialmente continental europeia paleolítica. É certo que houve processos démicos no Mesolítico (provável ligação ao Norte de África) e Neolítico (criando alguma ligação com o Médio Oriente, mas bastante menos do que noutras zonas da Europa), tal como as migrações das Idades do Cobre, Bronze e Ferro contribuíram para a indo-europeização da Península Ibérica (essencialmente uma «celtização»), sem apagar o forte caráter mediterrânico, particularmente a sul e leste. A romanização, as invasões germânicas, o domínio islâmico mouro, e a presença judaica terão tido igualmente o seu impacto e a sua contribuição démica. Podem mesmo listar-se todos os povos historicamente mais importantes que por Portugal passaram e/ou ficaram: as culturas pré-indo-europeias da Ibéria (como Tartessos e outras anteriores) e seus descendentes (como os cónios, posteriormente «celtizados»); os protoceltas e celtas (tais como os lusitanos, gallaici, celtici); alguns poucos fenícios e cartagineses; Romanos; Suevos, búrios e visigodos, bem como alguns poucos vândalos e alanos; alguns poucos bizantinos; Berberes com alguns árabes e saqaliba (escravos eslavos); Judeus sefarditas; africanos subsarianos; fluxos menos maciços de migrantes europeus (particularmente da Europa Ocidental). Todos estes processos populacionais terão deixado a sua marca, ora mais forte, ora só vestigial. Mas a base genética da população relativamente homogénea do território português, como do resto da Península Ibérica, mantém-se a mesma nos últimos quarenta milénios: os primeiros seres humanos modernos a entrar na Europa Ocidental, os caçadores-recolectores do Paleolítico.

Uma das críticas comuns aos dados sobre os recenseamentos relaciona-se com a aparente deficiente cobertura dos grupos étnicos. Não se trata duma deficiente recolha de dados. Faz parte da política do Instituto Nacional de Estatística não incluir a distinção de raça ou etnia, havendo unicamente a recolha de dados sobre a nacionalidade.

domingo, 25 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Praça Dr. Oliveira Salazar


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Ruínas do Paço Real de Almeirim finais séc. XIX.


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - A entrada de Almeirim


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Rua de Santarém


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Quinta da Alorna


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Rua do Comércio


Geografia - Postais de Portugal - Almada - Praça de Gil Vicente e fonte luminosa


Geografia - Postais de Portugal - Almada - Cristo-Rei


Geografia - Postais de Portugal - Aljubarrota - Igreja de Nosso Senhor dos Prazeres. Desenho de 1930


Geografia - Postais de Portugal - Aljubarrota - Desenho da Padeira de Aljubarrota - Adaptado a partir de uma aguarela de 1930


sábado, 24 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alfeizarão - Igreja Matriz

Geografia - Postais de Portugal - Alfeizerão - Vista do mercado mensal


Geografia - Postais de Portugal - Alfeizerão - Vista aérea


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Claustro de D. Dinis


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Túmulo de D. Pedro I


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Nave central


sábado, 17 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

sábado, 10 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

domingo, 4 de junho de 2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

domingo, 7 de maio de 2017

Fotos Antigas de Lisboa


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Imagens de Lisboa


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lisboa vista de noite ...


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Lisboa Antiga


sábado, 29 de abril de 2017

Lisboa muito antiga ...


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Lisboa Antiga


terça-feira, 25 de abril de 2017

Lisboa Menina e Moça


domingo, 23 de abril de 2017

Farol do Cabo de São Vicente

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Senhora da Rocha a Armação de Pêra

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Distrito de Faro - Geografia


O distrito de Faro confina a norte com o Distrito de Beja (Alentejo), a sul e oeste com o Oceano Atlântico, e a leste o Rio Guadiana marca a fronteira com Espanha. O ponto mais alto situa-se na serra de Monchique, com uma altitude máxima de 902 m (Pico da Foia).

Além da cidade de Faro, têm também categoria de cidade os aglomerados populacionais de Albufeira, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Quarteira, Silves, Tavira e Vila Real de Santo António. Destas, todas são sede de concelho à excepção de Quarteira.

A zona ocidental do Algarve é designada por Barlavento e a oriental por Sotavento. A designação deve-se com certeza ao vento predominante na costa sul do Algarve, sendo a origem histórica desta divisão incerta e bastante remota. Na Antiguidade, os Romanos consideravam no sudoeste da península Ibérica a região do cabo Cúneo – que ia desde Mértola por Vila Real de Santo António até à enseada de Armação de Pêra – e a região do Promontório Sacro – que abrangia o restante do Algarve.

Internamente, o distrito é subdividida em duas zonas, uma a Ocidente (o Barlavento) e outra a Leste (o Sotavento). Com esta divisão podemos registar um claro efeito de espelho entre as duas zonas. Cada uma destas zonas tem 8 municípios e uma cidade dita principal: Faro está para o Sotavento como Portimão está para o Barlavento. De igual modo possui cada uma delas uma serra importante (a Foia, no Barlavento, e o Caldeirão, no Sotavento). Rios com semelhante importância (o Arade no Barlavento e o Guadiana no Sotavento).

Um hospital principal em cada uma das zonas garante os cuidados de saúde em todo o Algarve. Em termos de infraestruturas, o Aeroporto Internacional está numa zona e o Autódromo Internacional noutra. Finalmente, a nível desportivo, os históricos do futebol algarvio Sporting Clube Olhanense (representante do Sotavento) e o Portimonense Sporting Clube (representante do Barlavento) encontram-se regularmente na Primeira Liga do futebol português. A equipa do Olhanense ascendeu à 1.ª Liga em 2009, enquanto que por sua vez a equipa de Portimão ascendeu um ano depois, em 2010.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Distrito de Faro - Demografia






sábado, 15 de abril de 2017

Distrito de Faro


O distrito de Faro é um distrito português, coincidente com a província tradicional do Algarve. Limita a norte com o distrito de Beja, a leste com Espanha, e a sul e a oeste com o oceano Atlântico. Tem uma área de 4960 km² (10.º maior distrito português) e uma população residente de 434 023 habitantes (2009). A capital do distrito é a cidade com o mesmo nome.

O distrito de Faro subdivide-se nos seguintes dezasseis municípios:
Albufeira
Alcoutim
Aljezur
Castro Marim
Faro
Lagoa
Lagos
Loulé
Monchique
Olhão
Portimão
São Brás de Alportel
Silves
Tavira
Vila do Bispo
Vila Real de Santo António

O Algarve é a única região portuguesa perfeitamente definida, e consequentemente é a única que não tem uma divisão administrativa confusa. O distrito de Faro corresponde quer à tradicional quer à moderna região do Algarve, e esta constitui também uma única subregião estatística, com o mesmo nome.

Coincide perfeitamente com a região do Algarve, tendo uma área de 5 412 km² e uma população de 451 005 habitantes (Censos 2011) (0,06% da população da Europa e 4,27% da população de Portugal), constitui a região turística mais importante de Portugal e uma das mais importantes da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por Invernos amenos e curtos e Verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o património histórico e etnográfico e a deliciosa e saudável gastronomia são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos e que fazem do Algarve a região mais visitada e uma das mais desenvolvidas do país.

Faro é atualmente um dos distritos mais ricos de Portugal, em conjunto com o Distrito de Lisboa, de Setúbal e a Madeira, com um PIB per capita de 86% da média da União Europeia.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Vila Real


terça-feira, 11 de abril de 2017

Powerpoint sobre Vila Real


domingo, 9 de abril de 2017

Subterrâneos do Porto


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Alto Douro Vinhateiro


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Porto - Meu Rio, Minha Cidade


terça-feira, 28 de março de 2017

Distrito de Évora


O distrito de Évora é um distrito português, pertencente à sub região do Alentejo Central. Limita a norte com o distrito de Santarém e com o distrito de Portalegre, a leste com Espanha, a sul com o distrito de Beja e a oeste com o distrito de Setúbal. Tem uma área de 7 393 km² (2.º maior distrito português) e uma população residente de 168 034 habitantes (2009) . A sede do distrito é a cidade com o mesmo nome.

O distrito de Évora é formado por catorze municípios, e 69 freguesias .

Na atual divisão principal do país, o distrito encontra-se integrado na região do Alentejo e corresponde por inteiro à subregião do Alentejo Central, em resumo:

Região Alentejo
Alentejo Central
Alandroal
Arraiolos
Borba
Estremoz
Évora
Montemor-o-Novo
Mora
Mourão
Portel
Redondo
Reguengos de Monsaraz
Vendas Novas
Viana do Alentejo
Vila Viçosa

segunda-feira, 27 de março de 2017

Distrito de Évora - Demografia







domingo, 26 de março de 2017

Distrito de Évora - Geografia


A geografia física do distrito de Évora é bastante uniforme, com a planície a dominar a paisagem quase por completo, com altitudes que na maior parte do território ondulam entre os 200 e os 400 m, interrompida aqui e ali por vales e por serras com vertentes pouco inclinadas e semeada de barragens relativamente extensas.

A única excepção é o vale do rio Guadiana, que atravessa a extremidade sueste do distrito e que por vezes é bastante profundo, com especial destaque para a região de Alqueva, onde o vale chega ter mais de 100 m de profundidade relativamente aos terrenos circundantes. Por esse motivo, foi essa a localização escolhida para a represa da barragem de Alqueva que, quando estiver completamente cheia, irá gerar o maior lago artificial da Europa.

O Guadiana é o centro de uma das três bacias hidrográficas em que se divide o distrito, e é a sua aquela que mais território ocupa no distrito. São suas afluentes uma série de ribeiras que, em geral, correm de noroeste para sueste e desaguam na margem direita do rio (Degebe, Álamo, Azebel, Lucefece), embora a margem esquerda também receba a ribeira de Alcarache, que vem de Espanha, correndo de és-nordeste para oés-sudoeste. O terço ocidental do distrito divide-se entre as bacias hidrográficas do Sado, a sul, e do Tejo, a norte. Para o Sado correm rios e ribeiras com um curso que é geralmente de nordeste para sudoeste ou de leste para oeste (rio Xarrama e ribeiras de Odivelas, Alcáçovas, São Cristóvão, São Martinho, Marateca, etc.); para o Tejo, correm ribeiras com um curso, enquanto dentro do distrito de Évora, que é quase sempre de sueste para noroeste (ribeiras de Canha, Lavre, Vide, Divor, Raia, etc.).

A maior parte destes pequenos cursos de água nascem numa das serras de pequena altitude que interrompem a planície: a serra de Monfurado, a oeste (424 m de altitude máxima), a serra de Mendro, a sul (412 m) e a serra de Ossa, a norte (653 m), Estremoz (451 m) e Arraiolos (412 m) a norte .

O distrito tem bastantes barragens. Além da já referida barragem do Alqueva, no Guadiana, há ainda a barragem de Monte Novo, na ribeira de Degebe, a albufeira de Torres, na ribeira de Azambuja, a barragem da Vigia, num afluente da ribeira de Pardiela, a barragem de Lucefece, na ribeira homónima, a barragem do Alvito (embora a represa fique situada no distrito de Beja), na ribeira de Odivelas, a barragem de Nossa Senhora da Tourega, na ribeira das Alcáçovas e a barragem do Divor, na ribeira homónima. Há, ainda, várias barragens e açudes mais pequenos.

Vários monumentos e lugares importantes, nomeadamente o Templo Romano, a Sé, a Biblioteca Pública de Évora, inúmeras igrejas, o Palácio de Dom Manuel, a Praça do Giraldo, entre outros.
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