sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Temperatura do Ar a 5 cm e Temperatura do Solo


Estes sensores permitem medir a temperatura mínima do ar a 5cm e da temperatura do solo a diferentes profundidades (–5cm, –10cm, -20cm, -50cm e –100cm) e são utilizados na rede nacional de estações meteorológicas automáticas.
Têm como elemento sensível uma resistência de platina (PT100) devidamente calibrada e estável na gama de temperaturas possíveis; encontram-se protegidos por um invólucro de aço à prova de água que o protege contra a corrosão e simultaneamente proporcionam o equilíbrio térmico entre o sensor e o solo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Anemómetro e Catavento


Instrumento que permite medir o rumo e a intensidade do vento à superfície.
O rumo do vento é considerado como sendo a direção e sentido donde vem o vento e pode exprimir-se em oito, dezasseis ou trinta e dois rumos da rosa-dos-ventos ou em graus ou dezenas de grau a partir do Norte Geográfico.
A intensidade do vento é o módulo da velocidade de deslocação do ar e exprime-se geralmente em m/s, Km/h ou em nós. Utiliza como sensores um catavento (rumo) e um molinete de conchas (intensidade).

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Pressão Atmosférica

Barógrafo
Neste instrumento o dispositivo indicador é um gráfico. É composto por um conjunto de cápsulas de Vidi de aço temperado. Cápsula de Vidi é um sensor de pressão constituído por uma caixa estanque, mais ou menos esvaziada de ar, formada por discos, com nervuras concêntricas soldados pelos bordos, de modo que a espessura desta varie com a pressão exterior.


Barómetro
Os barómetros de mercúrio são aparelhos utilizados para a medição da pressão atmosférica.
O princípio fundamental consiste em equilibrar o peso da coluna de ar atmosférico com o peso de uma coluna de mercúrio (experiência de Torricelli).

sábado, 24 de outubro de 2015

Geografia - Powerpoint sobre a Localização


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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Pressão Atmosférica

O sensor da pressão atmosférica DPA21 da Vaisala, utilizado na rede nacional de estações meteorológicas automáticas do IM, encontra-se instalado no interior do sistema de aquisição de dados MILOS500. O sensor é constituído por três cápsulas aneroides, ligadas a um circuito eletrónico e funcionam de forma independente, a fim de garantir maior exatidão nos valores da pressão atmosférica.
Se o valor registado por uma das três cápsulas aneroides ultrapassar um determinado limite pré-estabelecido em relação às restantes cápsulas, esse valor é excluído; este tipo de funcionamento permite maior rigor e fiabilidade nos valores da pressão atmosférica.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Temperatura e Humidade relativa do Ar


Estes dois sensores, da temperatura e da humidade relativa do ar, funcionam de forma combinada e encontram-se protegidos por um filtro poroso o qual garante que ambos se encontrem nas mesmas condições e protegidos contra poeiras e poluição atmosférica.
Para evitar a exposição direta dos sensores à chuva e aos raios solares e também garantir que os elementos sensíveis recebam ventilação natural adequada para permitir o equilíbrio com a atmosfera à sua volta, o conjunto é protegido por um abrigo de plástico ou de fibra de vidro.
O elemento sensível da temperatura do ar é uma resistência de platina (PT100) devidamente calibrada e de grande estabilidade para os valores da resistência, na gama de temperaturas do ar possíveis à superfície terrestre. As variações da resistência são medidas por um circuito eletrónico que apresenta uma saída em tensão que é convertida em graus Celsius.
O elemento sensível da humidade relativa do ar é uma película higroscópica (polímero) colocada entre dois elétrodos, constituindo um condensador. A capacidade depende da humidade absorvida pela película higroscópica e representa a humidade relativa do ar.
Os valores da capacidade medidos são convertidos em humidade relativa do ar. Os sensores utilizados na rede nacional de estações meteorológicas automáticas são o HMP45 da Vaisala e os da rede urbana de estações meteorológicas automáticas são da marca THIES e têm princípio de funcionamento semelhante.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Anemómetro


O anemómetro utilizado na rede nacional de estações meteorológicas automáticas é o WAA 15A da Vaisala, de três conchas, de elevada resposta e baixo limiar de arranque. O transdutor consiste num disco dentado acoplado ao corpo do anemómetro; o disco roda entre um foto-transmissor e um recetor instalado num circuito. Quando o disco roda, o feixe de luz dá origem a um pulso de frequência que é proporcional à intensidade do vento.
Nos anemómetros da rede urbana de estações meteorológicas, de três conchas, é utilizado um sistema diferente, da marca GILL MICROVANE: o eixo do sensor está diretamente ligado a um disco rotativo de um dínamo ou de um alternador, o qual produz uma corrente elétrica que é proporcional à velocidade de rotação do sensor e, por conseguinte, do vento. Este sistema permite a indicação e o registo da intensidade do vento, através de um sistema de aquisição de dados (DT50).

sábado, 10 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Detector de Precipitação


O sensor utilizado na rede nacional de estações meteorológicas automáticas é o DRD11 da Vaisala o qual permite uma deteção rápida e precisa do início e do fim do período de precipitação, com base na deteção de gotas de chuva.
O princípio capacitivo utiliza uma placa RainCup e permite, quando molhado, num intervalo inferior a 1 minuto entrar no estado desligado. Este sensor contém um sistema de aquecimento interno para assegurar que a superfície sensível de deteção seque rapidamente, o que permite também uma proteção da superfície relativamente a períodos com nevoeiro e água condensada.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Abrigo Meteorológico


É utilizado para proteger os sensores de temperatura da radiação.
É constituído por uma caixa de paredes de persianas duplas, dispostas de forma que não haja incidência direta da radiação solar, das nuvens, do solo e de outros objetos circundantes.
O fundo tem aberturas e o teto tem duas placas afastadas, proporcionando uma eficaz circulação do ar.
É pintado de branco, quer interna como externamente, minimizando desta forma a absorção de radiação e aumentando a refletividade.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Radiação Solar Global


O sensor da radiação solar global utilizado na rede nacional do IM é o CM11 da marca Kipp & Zonen. Consiste num radiómetro desenvolvido para medir a irradiância numa superfície plana, resultante do fluxo radiativo na banda de comprimentos de onda entre 310 nm e 2800nm. Os piranómetros utilizados na rede urbana de estações meteorológicas automáticas são da marca Mc. Van Instruments e o princípio de funcionamento é semelhante ao utilizados na rede Nacional; medem a irradiância numa superfície plana, resultante do fluxo radiativo na banda de comprimentos de onda entre 300nm e 2650nm.
Este tipo de instrumentos é composto por dezenas de pilhas térmicas com múltiplas junções constituindo termopares de cobre e constantan. A pilha térmica está instalada no interior do corpo do sensor, em alumínio, estando expostos à radiação solar através de duas cúpulas de pirex. A termopilha fornece um sinal elétrico que é proporcional à diferença de temperatura entre uma superfície absorvente negra - “junção quente” - e a referência - “junção fria”.

domingo, 4 de outubro de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Termómetros de Profundidade


Instrumentos para medição da temperatura do solo a diferentes profundidades: 5, 10, 20, 50 e 100 cm.
A temperatura do solo às profundidades de 5, 10 e 20 cm é medida com termómetros de mercúrio de capilar longo, fixos por suportes metálicos, que mantêm os reservatórios enterrados ás profundidades indicadas, estando a parte exterior do termómetro que contém a escala inclinada.
A temperatura do solo às profundidades de 50 cm e 1 m mede-se com termómetros móveis, suspensos por correntes dentro de tubos metálicos enterrados.
Os reservatórios de mercúrio destes termómetros móveis são envolvidos em cera, o que lhes confere uma inércia térmica suficiente para que o valor indicado da temperatura não se altere durante a remoção para leitura.
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