segunda-feira, 29 de junho de 2015

Geografia - Vídeo - União Europeia 27 Países

sábado, 27 de junho de 2015

Geografia - Vídeo - Países da união europeia que adotaram o euro como moeda única

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Evaporímetro de Piche


Chama-se evaporímetro ao instrumento utilizado na medição da perda de água por uma superfície saturada.
O evaporímetro existente neste Centro é constituído por um tubo de vidro graduado, aberto numa das extremidades e fechado na outra. Enche-se o tubo com água e coloca-se um disco poroso, no nosso caso papel de filtro sobre a extremidade aberta. Em seguida inverte-se o tubo. O disco poroso mantém-se húmido enquanto houver água no tubo. A evaporação é medida anotando a descida do nível de água no tubo graduado.
O evaporímetro de Piche é colocado num abrigo meteorológico, reagindo à humidade relativa e às variações da velocidade do ar que passam através do abrigo, não reagindo diretamente às variações da quantidade da radiação solar que é recebida na superfície adjacente do Globo.

sábado, 20 de junho de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Udógrafo


Instrumento para o registo da precipitação.
Neste instrumento a precipitação é recolhida por um dispositivo de captação, sendo conduzida, na forma líquida, para uma câmara cilíndrica onde se encontra um flutuador, cujo movimento ascendente resultante da entrada de água na câmara é transmitido a uma pena de registo gráfico, com movimento produzido por uma máquina de relojoaria convencional.
Um sifão ligado à câmara provoca o esvaziamento desta quando é atingido uma determinada quantidade de precipitação, iniciando um novo período de registo.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Clássicas - Evaporimetro


Instrumento para determinar a evaporação a partir da espessura da camada evaporada de uma superfície de água líquida livremente exposta.
É constituído por uma tina de dimensões normalizadas e por um dispositivo de medição rigorosa do nível de água contida na tina (parafuso micrométrico); encontra-se assente num estrado de madeira.
Neste estrado, também, se encontra colocado um anemómetro que possibilita a medição da velocidade do vento junto da tina.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Estações Meteorológicas Automáticas


Estação Meteorológica Automática
A rede nacional de estações meteorológicas automáticas de superfície (EMA) encontra-se em funcionamento operacional no IM desde Junho de 2002 com 93 EMA (78 no Continente, 9 no arquipélago dos Açores e 6 no arquipélago da Madeira), as quais registam de 10 em 10min os elementos meteorológicos principais e elaboram de forma automática mensagens em forma de código que são enviadas à escala horária para a sede do IM e difundidas internacionalmente.

- Pressão atmosférica
- Temperatura e humidade relativa do ar
- Catavento
- Anemómetro
- Udómetro
- Detetor de precipitação
- Temperatura do ar a 5cm e temperatura do solo
- Radiação solar global

domingo, 14 de junho de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Catavento


O catavento utilizado na rede urbana de estações meteorológicas automáticas é da marca GILL MICROVANE e tem princípio de funcionamento diferente; o eixo do braço do cata-vento está diretamente ligado a um potenciómetro, cuja tensão varia de acordo com a posição do leme.
O catavento utilizado na rede nacional de estações meteorológicas automáticas é o WAV15A da Vaisala. A intensidade do vento e as flutuações conferidas na direção induzem um movimento do leme do catavento dando resultado ao rumo do vento.
O movimento de rotação é transmitido a 6 canais optoeletrónico /interruptores que é convertido em código GRAY. O disco do código tem acoplado o eixo do leme do cata-vento e foto-transístores emissores de um dos lados e recetores do outro. A cada código corresponde um rumo do vento como por exemplo: 0º = 000000, 90º = 011000; 180º = 110000; 270º = 101000.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Instrumentos Presentes nas Estações Meteorológicas Automáticas - Udómetro


Este instrumento, também designado por sensor da precipitação ou pluviómetro é o instrumento destinado a medir a precipitação na forma líquida, acumulada num intervalo de tempo pré-estabelecido. Consiste num funil com área de 200cm2 de abertura que recolhe a precipitação e a encaminha para um sistema de báscula constituído por haste apoiada no seu centro, formando uma espécie de balanceiro.
Quando a quantidade de água da precipitação acumulada numa das básculas ou concha atinge 0,1mm, o peso desta quantidade de água aciona o mecanismo fechando um circuito (contacto – magnético) despejando a água e ficando preparada a outra báscula ou concha para receber nova quantidade de água.
Os pulsos produzidos são registados pelo sistema de aquisição de dados para reportar a quantidade de água acumulada no período pré – estabelecido, que nas redes do IM é de 10 minutos. Os udómetros utilizados nas redes do IM, embora de marcas diferentes, na rede nacional de estações meteorológicas automática (Lambrecht) e na rede urbana de estações meteorológicas automáticas (R. M. Young), têm o mesmo princípio de funcionamento.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Centro operacional - Estação sísmica


Um centro operacional de uma rede sísmica para efeitos de vigilância tem várias funções a executar, de acordo com critérios pré-definidos:

-assegurar o funcionamento das estações sísmicas;
-assegurar os meios de transmissão da informação sísmica;
-assegurar processos fiáveis de compilação e armazenamento de dados;
-triagem de eventos sísmicos;
-análise de eventos sísmicos;
-envio de informação útil aos serviços de proteção civil e autoridades;
-envio de informação sísmica a centro regionais internacionais de sismologia;
-envio de informação útil aos meios de comunicação social e ao público em geral;
-recolha de informação macrossísmica;
-arquivo de informação sísmica e macrossísmica;
-publicação de boletins sísmicos.

Os centros de vigilância sísmica a nível nacional ou regional são as organismos que dispõem dos meios e da competência necessários à tarefa.

A densidade de estações que dispõem no seu território permite-lhes obter informação sísmica com elevado rigor, o que é algo que as redes internacionais de sismologia não podem contornar.

sábado, 6 de junho de 2015

Estação sísmica



As estações sísmicas com tecnologia mais recente são normalmente constituídas por um sismómetro de banda larga e por um acelerómetro. A estes equipamentos de base juntam-se um digitalizador e os equipamentos necessários à transmissão de dados e ao fornecimento de energia. O equipamento deve estar colocado em instalações dedicadas para o efeito.

Os locais das estações sísmicas são escolhidos tendo em conta uma diversidade de critérios entre as quais destacamos uma triangulação relativamente a outras estações, um substrato geológico adequado e um ruído sísmico baixo. Esta última expressão significa que a estação deve estar salvaguardada da influência de fontes de trepidação do solo, de origem natural ou artificial. Entre as fontes de ruído de origem natural destacamos o vento e a ondulação marítima. Entre as fontes de ruído artificial destacamos a atividade agrícola, industrial e rodoviária, pelo que normalmente as zonas com baixa densidade populacional são preferidas. Outros critérios incluem aspetos relacionados com energia, comunicações, acessibilidades, autorizações de instalação e construção, manutenção e segurança.

A instalação dos sensores é o aspeto mais importante da estação. O sismómetro de banda larga deve estar o mais isolado possível dos elementos exteriores e o mais em contacto possível com rocha-mãe, isto é, com rocha não alterada, normalmente a alguma profundidade. Para tal podem ser escavados poços quando não existem afloramentos de rocha ou ser construídos à superfície quando não é possível fazer um poço. O sismómetro deve estar, quanto possível, ao abrigo de variações de temperatura e pressão, fatores que influenciam o seu comportamento. O sismómetro é uma aparelho muito sensível com elevado ganho e dinâmica o que lhe permite detetar com grande qualidade frequências elevadas (típicas de sismos locais) e baixas (típicas de sismos distantes), mas satura para movimentos fortes. O acelerómetro existe para salvaguardar estas situações em que valores extremos do movimento do solo são alcançados. Para este efeito os acelerómetros são fixos ao solo.

O equipamento seguinte é o digitalizador, o qual converte os dados analógicos (sinais eléctricos que traduzem o movimento do solo) dos dois sensores em dados digitais e os armazena em formato apropriado para posteriormente serem transmitidos.

Para efeitos de vigilância sísmica os dados devem ser enviados em tempo real ou quase-real (poucos segundos de diferença). O envio de dados pode ser suportado por diferentes tecnologias e protocolos de comunicação. As tecnologias de transmissão mais usadas fazem uso de rádio, satélite ou cabo telefónico.

Por fim é necessário assegurar o fornecimento de energia. Muitas vezes os equipamentos não podem ser alimentados com energia elétrica da rede pública devido à distância que se encontram desta. Assim, e por norma, todos os equipamentos funcionam a 12 volts. As fontes de energia mais comuns são a energia elétrica da rede pública, a fotovoltaica e a eólica (por vezes estas duas são utilizadas em paralelo).


quinta-feira, 4 de junho de 2015

Guia de Utilização dos Avisos Meteorológicos


Ao IPMA compete assegurar a Vigilância Meteorológica e emitir Avisos Meteorológicos sempre que se prevê ou se observam fenómenos meteorológicos adversos.

Esta página de Avisos tem por objetivo avisar as Autoridades de Proteção Civil e a população em geral para a ocorrência de situações meteorológicas de risco, que nas próximas 24 horas possam causar danos ou prejuízos a diferentes níveis, dependendo da sua intensidade.

Os Avisos são emitidos à escala distrital para diferentes parâmetros meteorológicas, segundo uma tabela de cores, que reflete o grau de intensidade do fenómeno.

As cores apresentadas devem ser interpretadas da seguinte forma:
Considerações consoante a cor do aviso.

Cinzento Informação em actualização.

Verde Não se prevê nenhuma situação meteorológica de risco.

Amarelo Situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Acompanhar a evolução das condições meteorológicas.

Laranja Situação meteorológica de risco moderado a elevado.
Manter-se ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as orientações da ANPC.

Vermelho Situação meteorológica de risco extremo.
Manter-se regularmente ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as orientações da ANPC.

Os Avisos são emitidos em relação às seguintes situações: vento forte, precipitação forte, queda de neve, trovoada, frio, calor, nevoeiro persistente e agitação marítima.

Tendo em conta as diferentes características dos fenómenos meteorológicos, incidência e efeitos causados, foram estabelecidos Critérios de Emissão para cada situação.

No caso de se emitir Aviso para dois ou mais parâmetros meteorológicos distintos, por exemplo, vento e precipitação que tenham diferentes níveis de Aviso, o distrito aparecerá com a cor referente ao parâmetro que tem o risco mais elevado e com o respectivo pitograma. Clicando sobre o distrito aparecerá a informação referente ao segundo parâmetro.


Perante a emissão de Avisos Meteorológicos deverão ser consultadas as recomendações e medidas de auto-proteção difundidas pela Autoridade Nacional Proteção Civil (ANPC) e no caso de situação de Frio ou Calor da Direção Geral de Saúde (DGS).

terça-feira, 2 de junho de 2015

Apoio meteorológico à prevenção de fogos florestais


Desde 1960 a colaboração entre entidades nacionais na prevenção dos fogos florestais, nomeadamente com o Serviço Nacional de Bombeiros e Proteção Civil, a Direção Geral dos Recursos Florestais, o Instituto de Conservação da Natureza, Grupos de Investigação de Universidades e outras entidades.

A colaboração com as entidades operacionais, em tempo real, traduz-se na divulgação diária da seguinte informação geral:

- observações meteorológicas nas estações da rede nacional;
- cartas meteorológicas;
- boletins com a previsão do tempo, a nível nacional e regional;
- imagens de satélite, radar e das descargas eléctricas;
- Previsão do campo do vento de 3 em 3 horas.

Como informação específica, o Instituto calcula e disponibiliza diariamente em área pública ou em área restrita, às entidades Nacionais envolvidas na prevenção de incêndios florestais, os seguintes produtos:

Observação
- Valores dos índices calculados
Quadro com a informação dos parâmetros meteorológicos observados às 12 UTC (13 horas locais, durante a época de Verão) na rede de estações do IPMA (em Portugal Continental) e respetivos índices do sistema canadiano FWI (Fire Weather Index) calculados com base nessas observações.

- Mapa do FWI
Carta de Portugal continental com a informação dos valores do FWI observado nas estações da rede de estações do IPMA e respetiva espacialização do FWI.

- Mapa do risco de incêndio
Mapeamento da informação integrada do risco conjuntural da DGRF com o índice FWI para Portugal continental.

- Mapa das classes de risco ao nível do concelho
Carta de Portugal continental com a informação da Classe de risco de incêndio por concelhos, baseada no mapeamento que integra a informação do risco conjuntural da DGRF com o índice FWI.

- Mapa das classes de risco ao nível distrital
Carta de Portugal continental com a informação da Classe de risco de incêndio por distritos, baseada no mapeamento que integra a informação do risco conjuntural da DGRF com o índice FWI.

- Gráficos de evolução temporal dos índices 
para as estações das capitais de distrito, com a evolução temporal (8 dias) dos diferentes sub-índices e índice FWI do sistema canadiano.

- Carta de Portugal continental com o índice ICRIF (Índice Combinado de Risco de Incêndio Florestal)
Mapeamento dos valores resultantes da integração da informação da secura do coberto vegetal proveniente de deteção remota (usando os satélites NOAA) com os diferentes tipos de solo existentes e ainda do índice FWI.

- Mapa com identificação de incêndios ativos em Portugal
mapa de áreas com prováveis focos de incêndios de alguma dimensão (na hora de passagem do satélite) e respetivo grau de confiança, elaborado em colaboração com a Agência alemã DLR, recorrendo a imagens do sistema MODIS a bordo dos satélites TERRA e AQUA da NASA.

Previsão
- Cartas da tendência do FWI
Mapas com a evolução esperada do índice FWI (baseada no modelo de previsão ALADIN) para o dia seguinte relativamente ao dia em que se está (Previsão para D+1) e outra que considera a evolução do índice FWI do dia seguinte para o dia posterior (Previsão para D+2).

- Mapa com o índice ICRIF previsto
Cartas de Portugal continental com a informação do índice ICRIF previsto para os dois dias seguintes, baseadas na previsão do modelo ALADIN.

- Mapa das classes de risco previstas por concelho
Cartas de Portugal continental com a informação da Classe de risco de incêndio prevista por concelho (informação integrada do risco conjuntural da DGRF com o índice FWI) com base na previsão atualizada do modelo ALADIN.

- Mapa das classes de risco previstas por distrito
Cartas de Portugal continental com a informação da Classe de risco de incêndio prevista por distrito para os dois dias seguintes, baseadas na previsão do modelo ALADIN.

- Boletim de previsão do tempo
descrição da previsão do estado do tempo (até 3 dias) direcionado para a prevenção e combate dos incêndios florestais, elaborado pelos meteorologistas.

- Probabilidades de ocorrência dos índices
Gráficos referentes às principais estações da rede de estações do IM com a informação da probabilidade de ocorrência dos diferentes sub-índices e índice FWI baseados no estudo climatológico dessas mesmas estações.

Relatórios
- Relatórios mensais
Disponíveis os relatórios com o Índice Meteorológico de Risco de Incêndio Florestal - FWI e Classes de Risco de Incêndio. Aceda aos relatórios mensais.
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