terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Coimbra de Outros Tempos


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Distrito de Coimbra - Símbolos


Orago Maior – Rainha Santa Isabel

Orago Menor – Santo Agostinho

Ordenação heráldica do brasão e bandeira – Publicada no Diário da República, de 14 de Novembro de 1930

Armas – Escudo de vermelho com uma taça de ouro realçada de púrpura, acompanhada de uma serpe alada e um leão batalhantes, ambos de ouro, e lampassados de púrpura. Em chefe um busto da Rainha Santa, coroada de ouro e vestida de púrpura e com manto de prata, acompanhada por dois escudetes antigos das quinas. Colar da Torre e Espada. Listel branco com legenda a negro - "CIDADE DE COIMBRA" (maiusculado).

Bandeira– Esquartelada de amarelo e de púrpura. Cordão e borlas de ouro. Haste e lança de ouro. Existem dois tipos de bandeiras no distrito, uma para cerimónias e cortejos e outra para hastear em edifícios (onde existe apenas quatro ligeiras diferenças, a haste e a lança, deixam de ser de ouro e os cordões dourados e as bordas de ouro e púrpura também desaparecem, a bandeira passa a ser de 2x3).

Selo– Nos termos da Lei, com a legenda: "Governo Civil do Distrito de Coimbra"

Distrito de Castelo Branco


O distrito de Castelo Branco é um distrito português, pertencente à província histórica da Beira Baixa. Limita a norte com o distrito da Guarda, a leste com Espanha, a sul com Espanha, com o distrito de Portalegre e com o distrito de Santarém e a oeste com o distrito de Leiria e com o distrito de Coimbra. Compreende as sub-regiões da Beira Interior Sul, Pinhal Interior Norte e Cova da Beira. Tem uma área de 6 675 km² (4.º maior distrito português) e uma população residente de 225 916 habitantes (2011) . A capital do distrito é a cidade com o mesmo nome.

Na atual divisão principal do país, o distrito encontra-se integrado na Região Centro e dividido em três subregiões, uma delas integrando um concelho pertencente ao distrito de Santarém: Beira Interior Sul, Cova da Beira e Pinhal Interior Sul. Em resumo:

Região Centro
Beira Interior Sul
Castelo Branco (Capital)
Idanha-a-Nova
Penamacor
Vila Velha de Ródão
Cova da Beira
Belmonte
Covilhã
Fundão
Pinhal Interior Sul
Oleiros
Proença-a-Nova
Sertã
Vila de Rei

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Distrito de Castelo Branco - Geografia


O distrito de Castelo Branco é dominado por três estruturas fundamentais: a região do vale do Tejo, a sul, é uma região vasta de altitudes moderadas (entre os 200 e os 400 m) e poucos acidentes orográficos. A norte, estende-se de nordeste para sudoeste uma segunda região, bastante mais acidentada, que compreende as serras de Alvelos, do Muradal, da Gardunha (1 227 m) e da Malcata, que tem a sua maior extensão já no distrito da Guarda. A noroeste desta área, a Cova da Beira corresponde ao vale do rio Zêzere e de alguns dos seus afluentes. A região oeste do distrito também acompanha o vale do Zêzere, descendo até ele das alturas de Alvelos. Pertence ainda ao distrito a maior parte da vertente sueste da serra da Estrela.

Com o distrito totalmente integrado na bacia hidrográfica do rio Tejo, os principais rios são, além do próprio Tejo, afluentes deste rio ou afluentes dos afluentes. O destaque vai, naturalmente, para o Zêzere e para os seus afluentes, em especial o rio Paul, o rio Meimoa e a ribeira da Sertã. Outros rios relevantes são o rio da Ocreza, o rio Ponsul e o rio Erges, que serve de fronteira com Espanha ao longo de mais de 40 km. Todos estes rios fluem mais ou menos na mesma direção, de nordeste para sudoeste, com excepção do Erges, cujo curso é predominantemente de norte para sul.

Quanto à orografia, as maiores altitudes situam-se na serra da Estrela, com a fronteira do distrito a ficar muito próxima da máxima altitude do continente português (1 993 m). Também nos limites do distrito situam-se outras altitudes elevadas: o ponto mais elevado da serra do Açor (1 418 m) fica na fronteira com o distrito de Coimbra, e a segunda maior elevação da serra da Malcata (1 072 m) situa-se no limite com o distrito da Guarda, muito perto de Espanha. Mesmo no interior do distrito, os pontos mais elevados são os cumes da Gardunha (1 227 m), de Alvelos (1 084 m) e de Muradal (912 m).

Embora a barragem de Castelo de Bode propriamente dita fique fora dos limites do distrito de Castelo Branco, a sua albufeira acaba por ser a maior extensão represada do distrito, mesmo havendo várias outras barragens no Zêzere (barragem da Bouçã e barragem do Cabril), no Tejo (barragem de Fratel no curso português e Embalse de Cedillo no Tejo internacional) e noutros rios e ribeiras (barragem de Corgas na ribeira de Isna, barragem do Pisco no rio Ramalhoso, barragem de Meimoa na ribeira de Meimoa, barragem da Idanha e barragem de Penha Garcia no Ponsul e barragem da Toulica na ribeira de Aravil.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ilha de Porto Santo


Na Ilha do Porto Santo encontramos um refúgio dourado e azul, um local onde tudo acontece num ritmo calmo, convidando à descontração e ao relaxamento.

Em pleno Oceano Atlântico, com 11 km de comprimento e 6 km de largura, Porto Santo é desde há muito apelidado de Ilha Dourada, devido à sua extensa e fantástica praia de 9 km de areia fina e sedosa banhada por águas azul-turquesa. O clima do Porto Santo, moderado durante todo o ano e com uma temperatura do mar que oscila entre os 17ºC e os 22ºC, faz com que esta ilha nunca perca o seu encanto mesmo nos meses de Inverno.

Em 1418 os navegadores portugueses, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira chegaram à Ilha do Porto Santo, primeira das descobertas ultramarinas portuguesas. Tendo sido desviados por ventos fortes da sua rota de exploração da costa ocidental de África, a Ilha do Porto Santo deu-lhes um porto seguro, ganhando assim o seu nome. Em 1446, o Infante Dom Henrique nomeou Bartolomeu Perestrelo governador da ilha, dando-lhe razões para ficar famosa: a filha de Perestrelo veio a casar-se com Cristóvão Colombo, que aqui passou algum tempo nesta Ilha a preparar a grande viagem da Descoberta da América. Hoje em dia é possível visitar a casa do século XV que Cristóvão Colombo terá habitado. Situada em Vila Baleira, exibe retratos de Colombo e também mapas com as diferentes rotas por ele percorridas.

Apesar de pequena, a capital da ilha, Vila Baleira, tem as suas atrações. A cidade está centrada na sua praça principal, à volta do Largo do Pelourinho, e dos Jardins do Infante. As ruas ladeadas de palmeiras e buganvílias são ideais para agradáveis e relaxantes passeios. Os restaurantes abundam, pelo que temos muitas oportunidades para experimentar as especialidades da ilha: espetada de vaca grelhada em pau de louro regada com manteiga de alho, ou o famoso bolo do caco, o pão com batata-doce que é também servido com manteiga de alho. Um passeio pelo cais permite-nos ver o artesanato, feito com matérias-primas locais como conchas, folhas de palmeira, canas e barro. Para um toque de história e cultura, além da casa museu de Cristóvão Colombo, os belíssimos painéis de azulejos na vizinha Igreja de Nossa Senhora da Piedade do século XVII valem bem uma visita.

O Porto Santo anima-se nos dias 23 e 24 de Junho para as Festas de São João em honra do padroeiro da ilha. E a animação continua em Agosto com as festas religiosas de Nossa Senhora da Graça na noite de 14 para 15, da Nossa Senhora da Piedade de 30 para 31 e no final do mês com a Festa das Vindimas. Em setembro, o Festival de Colombo relembra as passagens e vivências deste navegador pelo arquipélago da Madeira, bem como toda a epopeia da época dos Descobrimentos. As celebrações de Natal e da Passagem de Ano continuam até ao Dia de Reis, quando as festividades noturnas incluem visitas para ver a Lapinha (presépio) e na noite de 15 de Janeiro para celebrar o Santo Amaro.

Mas o cartão-de-visita do Porto Santo é sem dúvida a sua praia. Com fama de terem poderes curativos, as areais e águas são ricas em iodo, cálcio e magnésio, tornando-as muito benéficas para o tratamento de reumatismo e doenças dos ossos.

No Centro de Talassoterapia, podemos experimentar um tratamento antisstress e num passeio a pé até à Ponta da Calheta exercitar o nosso corpo. Podemos também libertar o stress de forma mais ativa, praticando uma das diversas variedades de atividades ao ar livre que a ilha oferece- passeios de barco, pesca desportiva, mergulho, windsurf, kite surf, esqui aquático, BTT, ou parapente. Os amantes de golfe podem também dar umas tacadas no Porto Santo Golfe, projetado pelo campeão espanhol Ballesteros.

Em alternativa, podemos passear pela ilha e descobrir a beleza duma paisagem que se formou graças a sucessivas erupções vulcânica num dos vários miradouros: o da Portela, com os moinhos de vento circundantes, o da Pedreira no Pico Ana Ferreira e, no extremo oeste da ilha, o miradouro das flores com vista sobre a Madeira e as ilhas Desertas. A não perder, a subida ao Pico do Facho, o ponto mais alto da ilha com 517 metros e ao Pico do Castelo, de onde se avistam os vales encaixados e os ilhéus que parecem ter sido "semeados" em redor.

Com crianças, podemos visitar a Quinta das Palmeiras e desfrutar de um mini-zoo e minijardim botânico ou então ver a fonte da Areia e a erosão causada pelas águas nas rochas. Para retemperar forças, fazer um piquenique nos Morenos e depois dar um mergulho nas águas cristalinas na pequena enseada do Zimbralinho é uma sugestão que toda a família vai adorar.

Para terminar o dia, bebendo um sumo de frutas ou uma Poncha numa das diversas esplanadas junto à praia, deixamo-nos embalar pelo som mágico das ondas e ao cair da noite, na hora crepuscular, contemplamos um pôr-do-sol indescritível.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ilha de Porto Santo




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Geografia - São Martinho do Porto

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Geografia - Distrito de Bragança


O distrito de Bragança é um distrito do nordeste de Portugal, pertencente à província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro. Limita a norte e a leste com Espanha (províncias de Ourense, Zamora e Salamanca), a sul com o distrito da Guarda e com o distrito de Viseu e a oeste com o distrito de Vila Real. A sua área soma 6 608 km², sendo assim o quinto maior distrito português, habitado por uma população de 139 344 habitantes (2009) . A sede do distrito é a cidade de Bragança.

Na atual divisão principal do país, o distrito encontra-se integrado na Região Norte e dividido em duas subregiões, ambas integrando também concelhos de outros distritos: Alto Trás-os-Montes e Douro. Em resumo:

Região Norte
Alto Trás-os-Montes
Alfândega da Fé
Bragança
Macedo de Cavaleiros
Miranda do Douro
Mirandela
Mogadouro
Vimioso
Vinhais
Douro
Carrazeda de Ansiães
Freixo de Espada à Cinta
Torre de Moncorvo
Vila Flor

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Geografia - Distrito de Bragança


O distrito é composto por duas regiões distintas. Mais a norte, as regiões de maior altitude constituem a Terra Fria Transmontana, onde a paisagem é dominada pelos baixos declives do planalto trasmontano; a sul, fica a Terra Quente Trasmontana, de clima mais suave, marcada pelo vale do rio Douro e pelos vales dos seus afluentes. Em nível geral o distrito de Bragança é um distrito bastante montanhoso dominado por serras, montes e planaltos.

É, aliás, o Douro que constitui a característica geográfica mais importante, visto que serve de limite ao distrito ao longo de toda a sua fronteira sul, e da maior parte da fronteira oriental, até à extremidade nordeste do território português. É no vale do Douro que se situam os terrenos de menor altitude do distrito, que se situam quase todos acima dos 400 metros, com exceção dos vales dos rios principais e da região de Mirandela.

Além do Douro, os principais rios do distrito correm de norte para sul ou de nordeste para sudoeste, e fazem todos parte da bacia hidrográfica do Douro. Os principais são o rio Tua, que nasce em Mirandela da junção dos rios Tuela e Rabaçal e banha a zona ocidental do distrito, e o rio Sabor, que também nasce em Espanha, mas que corre através da zona oriental do distrito. Ambos têm uma rede de afluentes significativa, sendo que o Tuela recebe as águas do rio Baceiro, o Rabaçal as do rio Mente, e o Sabor as do Rio Azibo.

Entre os vales dos rios, erguem-se serras. A serra da Nogueira separa os vales do Tuela e do Sabor, erquendo-se até aos 1 320 m. Mais a sul, fica a serra de Bornes, nos concelhos de Macedo de Cavaleiros e Alfândega da Fé que separa o Tua do Sabor, subindo até aos 1 199 m. A leste, a serra do Mogadouro é pouco mais que uma série de colinas que separam o Sabor do Douro, mas mesmo assim chega aos 997 m. A norte, junto à fronteira espanhola, erguem-se as serras maiores: a serra da Coroa que sobe até aos 1 274 m de altitude a norte de Vinhais, e a serra de Montesinho que se prolonga por território espanhol, que utltrapassa os 1 400 m de altitude.

A maior parte das barragens do distrito situa-se no Douro. São elas, de jusante para montante, a barragem da Valeira, a barragem do Pocinho, a barragem de Saucelle (já no Douro Internacional), a barragem de Aldeadávila, a barragem da Bemposta, a barragem do Picote e a barragem de Miranda. Nos afluentes do Douro, existem as barragens do Azibo, Nuzedo de Baixo e de Rebordelo, estas duas bem próximas uma da outra, no extremo sul do concelho de Vinhais.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Geografia - Distrito de Braga


O distrito de Braga é um território bastante acidentado, dominado por altitudes elevadas a leste, junto à fronteira espanhola e aos limites com o distrito de Vila Real, e descendo até ao litoral ocidental, num relevo cortado pelos vales de vários rios que correm de nordeste para sudoeste.

As altitudes maiores encontram-se na Serra Amarela (1 361 m), no limite com o distrito de Viana do Castelo e na fronteira com Espanha, com a serra do Gerês, que tem a sua maior altitude, 1 545 m, precisamente no limite com o distrito de Vila Real e muito perto da fronteira espanhola, e na parte ocidental da serra da Cabreira, que atinge no Alto do Talefe, dentro do distrito de Braga, 1 262 m de altitude.

O vale do rio Cávado é o acidente mais importante relacionado com a rede hidrográfica, cortando totalmente o distrito e dividindo as suas montanhas em duas áreas distintas. O Cávado entra no distrito a leste, onde serve de fronteira com o distrito de Vila Real ao longo de alguns quilómetros, e vai desaguar no Oceano Atlântico no litoral de Esposende, a oeste, a única zona do distrito relativamente plana. A bacia hidrográfica do Cávado inclui ainda o vale do rio Homem, que nasce no Gerês e desagua no Cávado na confluência dos concelhos de Vila Verde, Amares e Braga.

A sul do Cávado, outro vale importante é o do rio Ave, rio que nasce no distrito, na serra da Cabreira, e atravessa a sua parte sul, servindo de fronteira com o distrito do Porto ao longo de quase 20 km. Um dos afluentes do Ave, o rio Vizela, continua o limite sul do distrito ao longo de outros 20 km. O rio Este, que passa na capital do distrito, é outro afluente relevante do Ave.

A norte, é o vale do rio Neiva a servir de limite com o distrito de Viana do Castelo ao longo de toda a parte baixa do curso deste rio (bastante curto). Por outro lado, a parte sueste do distrito faz parte da bacia hidrográfica do rio Douro, por intermédio do rio Tâmega, que serve de fronteira com o distrito de Vila Real e com o distrito do Porto, e de alguns dos seus afluentes de pequenas dimensões.

Há várias barragens no distrito. A mais conhecida é a barragem de Vilarinho das Furnas, no curso superior do rio Homem. No baixo Cávado situa-se a barragem de Penide e no alto Cávado ficam a barragem da Caniçada, a barragem de Salamonde e a barragem da Venda Nova. No rio Ave ficam algumas barragens pequenas e a barragem do Ermal, bastante maior.

A costa, incluída por inteiro no concelho de Esposende, é arenosa.
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